
Estou aqui escutando uma pregação do Ap. Rina, pelo site do Bola de Neve Church.
Tantas coisas para fazer, e pouquíssimo tempo para executa-las.
Em breve novidades no blog!

(Estudo realizado nos serviços de urgência do departamento de Pediatria do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), analisou 416 casos de maus-tratos detectados naquele hospital.)
* 60,3 por cento dos casos as crianças foram vítimas de agressão física;
* 30,3 por cento foram vítimas de abuso sexual;
* 14,4 por cento sofreram abuso emocional com agressão física.
O estudo adianta também que a maioria das agressões (58,9 por cento) ocorreu no domicílio, e 53,1 por cento dos agressores eram coabitantes com a vítima. Em 67,8 por cento das situações o agressor era do sexo masculino, e pai da vítima em 24,3 por cento.
(Fonte: http://familia.sapo.pt/crianca/emocoes/coisas_de_crianca/995799-2.html)
Este estudo foi feito a 6 anos atras, e os números já eram imperdoáveis, imagine hoje como estará?!
Como lembra Chesnais (1981) em seu estudo, os dados de violência em determinado país são indicadores poderosos para se avaliar a qualidade de vida, pois dizem respeito tanto a condições gerais de existência, de trabalho, de sociabilidade, como a vivência de uma cultura de diálogo e tolerância que reatualiza na cotidianeidade, os direitos e os deveres dos cidadãos. .
Como está nossa qualidade de vida? Com tantas evidências de violência não fica tão difícil assim de imaginar.
Lendo e pensando bastante, cheguei a conclusão que é obrigação de todos nós educadores, pais, políticos, filósofos, escritores, teólogos, psicólogos, entre tantos outros, buscarmos soluções alternativas para este problema social que aflige nossas crianças indefesas e imaturas.